Na virada do ano, organizar as finanças e finalmente começar a investir volta ao centro das resoluções de muita gente. Mas tirar o plano do papel exige mais do que escolher produtos: envolve hábito, disciplina e entender como navegar um cenário que deve incluir volatilidade eleitoral. Com a chegada de 2026, que deve ser um ano de volatilidade por conta das eleições no segundo semestre, os especialistas Michael Viriato, planejador financeiro e sócio da Casa do Investidor, e Rachel de Sá, estrategista de alocação da XP, apontam estratégias para quem quer sair do zero, formar reserva, criar hábito e estruturar uma carteira capaz de atravessar ciclos políticos e econômicos – e apontam os erros mais comuns nesse caminho. 1) Não espere a eleição passar para começar O debate eleitoral costuma trazer ruído, mas não deve ser motivo para adiar o primeiro aporte. Para Rachel de Sá, o investidor iniciante não precisa tentar prever o cenário político: o mais relevante é começar e diversifica...